7 erros comuns ao precificar impressão 3D (e como evitar)
7 erros comuns ao precificar impressão 3D (e como evitar)
Atualizado para 2026. Se o preço “fecha na cabeça” mas a conta bancária não fecha no fim do mês, provavelmente um destes erros está no seu orçamento.
1. Considerar só o filamento
O kg de PLA é visível; energia, desgaste da máquina (amortização) e seu tempo também são custo. No modo Maker da CalcMake você vê o pacote completo de produção.
2. Ignorar taxa de falhas
Primeira versão torta, warping, purge entre cores — reserve 5% a 15% no modo Vendas. Peças grandes ou ABS pedem percentual maior.
3. Esquecer taxas do canal de venda
Mercado Livre, Shopee, cartão, maquininha: entram como taxas (%) na calculadora. Um produto com markup bonito pode dar prejuízo depois da comissão.
4. Não ratear custo fixo
Internet, aluguel do espaço, software, marketing: divida pelo número de peças pagas no mês e lance no campo de custo fixo rateado (modo Vendas).
5. Copiar preço da concorrência sem saber o custo
O outro maker pode ter filamento mais barato, impressora paga ou imprimir em escala. Calcule seu custo primeiro; depois ajuste mercado.
6. Não atualizar preço do kg do filamento
O PLA subiu ou você achou promoção? Atualize o perfil de filamento ou confira o comparativo de preços antes de orçar lote grande.
7. Orçamento sem registrar histórico
Refazer tudo do zero gera erro. Salve o projeto no histórico da CalcMake e reabra quando o cliente voltar a pedir a mesma peça.
Checklist antes de enviar orçamento
- [ ] Peso e tempo conferidos no slicer
- [ ] Modo Vendas com markup e taxas
- [ ] Embalagem e envio (se aplicável)
- [ ] Prazo e complexidade refletidos no preço (não só no custo material)
- [ ] PDF ou print do resultado para arquivo